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Ouro é dinheiro. Todo o resto é crédito.”
— John Pierpont Morgan

Prezado leitor,

Torcemos para que quem nos lê, e suas pessoas queridas, estejam bem.

Para você que é um novo cliente, todo mês eu faço um podcast gravado e uma carta escrita com carinho, com diversas recomendações e explicações aos clientes. Espero que gostem.

Temas tratados:

  • Investir em Ouro ainda?
  • Cenário atual e suas dificuldades
  • Existem Oportunidades 
  • Investimentos em OUTUBRO e performance do mês (Renda fixa, ações, dólar, FII , BDRs), investimentos no exterior.
  • RECOMENDAÇÕES SOMENTE PARA CLIENTES

📺 Ver no You Tube: https://youtu.be/l5lkI-QZ7Pg

Fizemos várias entrevistas com os fundos nesta semana. veja em nosso canal no youtube.com/traderbrasil

 

Você pode ouvir no Spotify também em nosso Podcast:

Onde Investir https://open.spotify.com/show/0Gw6o0VsdI5sJhCPE4vLME

 

O ano de 2020 não está fácil para ninguém e nem mesmo 007, Bond,  James Bond resistiu.

E para fazer uma homenagem mais do que justa, vi neste feriado com meus filhos o clássico 007 contra Goldfinger. Não foi à toa. Eu já usava o filme em minhas aulas de commodities sobre o tema de investimento em ouro.  Goldfinger, o homem com toque de Midas e coração gelado como canta a sensacional Shirley Bassey na música tema do do filme.

Tem um diálogo no filme que é inesquecível: Goldfinger se afasta para deixar o espião amarrado para ser partido no meio por um laser, mas quando Bond grita “Você espera que eu fale?” eis que o vilão responde de bate pronto: “Não, Sr. Bond, espero que você morra! 🙂

No filme, o gênio do mal, compra xis milhões de libras em ouro ( o filme é inglês) e planeja deixar radioativa toda a reserva de ouro americana localizada no Fort Knox. Se não viu o filme, veja e cuidado com o chapéu pois não vai perder a cabeça. isso é que os meus filhos chamam de spoiler 🙂

007, a parte, o ouro tem sido historicamente uma excelente proteção contra a inflação, porque seu preço tende a subir quando o custo de vida aumenta. … Além disso, o ouro é visto como uma boa reserva de valor, então as pessoas podem ser incentivadas a comprar ouro quando acreditam que sua moeda local está perdendo valor. Qualquer semelhança com o cenário atual, não é mera coincidência, por isto recomendei a compra de ouro desde o fim do ano passado aos clientes para pelo menos 5% da carteira pois a receita da diversificação não sai do radar.

E espero que os clientes tenham abocanhado pelo menos uma parte dos 70% de alta no ano do metal dourado. Veja o gráfico do ouro em dólar:

 

Nas alocações para essa fase de mar revolto há escolhas seletivas em bolsa, em títulos de dívida corporativa e bancários, e até em papéis do governo, desde que o risco seja medido.

 

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Eleições americanas

Com as eleições americanas chegando a uma resolução, acho interessante fazer um resumo dos cenários possíveis e do que eu tenho lido, de forma superficial, sobre o tema:

 

  • Biden + Senado Democrata: Podemos esperar amplo pacote fiscal (superior a $2tri) e um pacote de infraestrutura. Aumento de impostos e regulação podem impactar alguns setores de maneira relevante. Cenário positivo para os mercados, em geral, mas grande diversificação entre setores. Alta das bolsas (focada em cíclicos e setores de “valor”), dólar fraco, commodities em alta e ambiente menos negativo para países emergentes. Cenário ambíguo para Brasil, devido as questões ambientais.
  • Trump + Senado Republicano: Um pouco de mais do mesmo do que vimos nos últimos anos. Impostos baixos, política externa agressiva, menos globalização, pressão em cima da China. Ambiente misto para bolsa (positivo para o setor de “crescimento” e “tech), dólar forte, pressão em emergentes e commodities. Cenário ambíguo para Brasil pois, a despeito do bom relacionamento do governo Bolsonaro com Trump, o dólar forte e a política externa agressiva com relação a China podem impactar negativamente.
  • Presidente e Senado de partidos opostos: Cenários pouco triviais. Para mercado, dependerá muito da evolução da pandemia e da economia. A ações políticas tenderão a ser mais reativas do que proativas. Por exemplo: Será difícil, como tem sido, aprovar um pacote fiscal amplo e agressivo. Contudo, se a economia piorar e/ou o mercado reagir negativamente, a classe política será levada a um compromisso.

Fundos Dis negativos

desvalorização da LFT, ou Tesouro Selic,-logo também dos Fundos DI de renda fixa que aplicam nestes títulos– é consequência da maior percepção de risco fiscal no Brasil, o que levou os investidores a pedirem mais prêmio no megaleilão realizado recentemente.

No cenário brasileiro, a política continua se estabilizando de forma estrutural e permeada por receios quanto ao quadro fiscal e reformas do país.

Na parte de renda fixa, observamos um aumento das taxas de juros real e nominal e também com um notável aumento da inflação implícita do mercado, porém uma continuação de redução de prêmio por risco de crédito, beneficiando algumas das nossas principais posições

Para quem tem recursos novos e não sabe o que fazer com esse dinheiro, a nossa sinalização é: evitar papéis do Tesouro Selic e os fundos DI Simples e, aumentar as transações com o Banco Central.

A alternativa tem sido os diversos tipos de CDBs  indexados à variação do CDI. Muitas modalidades possuem a garantia adicional do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para valores de até R$ 250 mil .

Do ponto de vista de rentabilidade, a variação do CDI tem sido muito próxima da variação da taxa Selic. Entretanto, o risco a ser monitorado é um eventual descolamento do CDI com a taxa Selic.

Fica clara a incapacidade do Governo e do Congresso em avançar com medidas de ajuste fiscal focadas na contenção de custos. Não se fala em cortar nada. Todas as propostas, até aqui, incluem aumento de impostos ou medidas que buscam tergiversar a constituição mas a Política é a arte das escolhas…
Não por um acaso, nossa moeda é uma das de pior performance no mundo este ano, assim como nosso índice de bolsa em dólares. Isso mostra que parte deste cenário já vem sendo precificada no mercado.

O momento é de paciência, mas também de busca por oportunidades. Não espero uma valorização ou normalização rápida do mercado no curto-prazo, mas precisamos estar alertas as oportunidades que começam a surgir.

Nesta fase atual, temos um ambiente de maior incerteza, que pode trazer mais volatilidade e, eventualmente, acomodações ou correções em algumas classes de ativos.

CVM liberou os BDRs para investidores.

Os BDRs chegaram. Isso significa que, a partir de agora, nós temos mais de 600 novos ativos para escolher no cardápio da Bolsa. A lista vai desde empresas tradicionais, como Procter & Gamble, até a Google.

Não custa lembrar: os BDRs são recibos de ações de empresas negociadas em bolsas de outros países aos quais você pode ter acesso pela B3. É um vale-ação estrangeira.

Ibovespa é muito concentrado no setor financeiro (28%) e possui pouco consumo discricionário (12%), comunicação (2%) e tecnologia (<1%)

O S&P 500 (IVVB11) é mais concentrado em tecnologia (29%) e menos em financeiro (10%)

 

 

Segunda onda

Outro fator não menos preocupante, a “segunda onda” está ai, aparecendo na Europa. A diferença, por ora, é que o número de letalidade é menor que na primeira onda. O número de casos não tem vindo junto com nº mortes. A grande incógnita é saber qual é o prazo da imunidade de quem já pegou corona. Se o prazo for longo, é gradativa a solução, mas se a imunidade for 6 meses, criaremos um ciclo vicioso…

A cada crise, você descobre que não sabe nada, porque cada crise é diferente. Mas você pode se preparar para evitar a ruína.

A coisa mais importante é evitar alavancagem, porque  sem ela você sobrevive a qualquer crise, mas com ela qualquer crisezinha acaba com você.

Acredito que não seja o momento de buscar ganhos transformacionais nos portfólios. O momento é de paciência, parcimônia e foco.
Gosto de utilizar esses períodos de maior volatilidade e realização de lucros para começar a alocar algum capital, dado que vínhamos falando em manter um caixa mais elevado para períodos de turbulência.

Para um futuro sem sustos, conheça o melhor investimento.

Para o investidor, é importante entender as razões para o prejuízo dos fundos e evitar decisões emocionais.

Educar-se financeiramente é uma constante busca por liberdades.

Como já disse outras vezes, investir de forma sensata é realmente muito enfadonho, e se você está constantemente dizendo às pessoas o que elas realmente precisam ouvir, corre o risco de perder seus leitores ou espectadores.

E qual seria sua melhor aposta?

onde existem oportunidades?

O que determina um investimento atrativo, não é o cenário positivo. Mas, sim, estar mais barato do que deveria.

O fluxo de dinheiro vai procurar onde há maior potencial de retorno, e o Brasil e demais emergentes acabam sendo bons suspeitos para receber esses capitais vindos do mundo desenvolvido.

Nesse cenário para clientes com perfil agressivo, uma alternativa seria OPERAÇÕES ESPECIAIS COM OPÇÕES COM ESTRUTURAS.

Após uma análise de fundamentos, gráfico, volatilidade das séries de opções, séries em aberto e depois montamos a estrutura via robô de opções com uma perda máxima limitada com um ganho proporcional de pelo menos de 3 a 5 vezes a perda máxima, ou seja com uma excelente relação retorno para risco.

 

Como vimos, conhecimento é fundamental para o investidor. Que tal aumentar o seu conhecimento ?

Queda das taxas

Quanto menor forem os juros, mais os ativos vão valer.

O que temos visto é um encaminhamento natural dos investidores para a bolsa, que é um ativo relativamente líquido, porém com mais volatilidade.

Com a Selic a 2%, o movimento de deslocamento de poupança tende a prosseguir. Ganham apelo, além da bolsa, fundos imobiliários e ativos externos como as BDRs.

Busca por ativos reais

Quando os bancos centrais imprimem dinheiro, o efeito matemático equivalente é a transferência de riqueza futura do cidadão, trazida p/ o presente, para ele mesmo. Você tira uma casa própria lá do futuro, e entrega na forma de um cheque hoje. Mas como? Via inflação de ativos.

Quando as pessoas ficam com medo, os ativos tendem a se movimentar juntos.· Talvez a descorrelação hoje não seja tão grande quanto imaginávamos. Importante ter diversificação geográfica, e de ativos: ações, títulos de renda fixa e  alternativos.

Outubro em meio a muito vaivém, o Ibovespa fechou positivo sinal positivoDólar e ouro galgaram mais alguns degraus, enquanto na renda fixa alguns títulos do Tesouro estavam no vermelho e  também o índice IFIX de FII.

 

VEJA ABAIXO COMO FORAM TODOS OS INVESTIMENTOS EM OUTUBRO

FUNDOS DE INVESTIMENTOS

RECOMENDAÇÕES DE FUNDOS PARA OUTUBRO PARA NOVOS APORTES COM INCLUSÃO DE FUNDOS INTERNACIONAIS

Os fundos estão pela ordem de menor risco para os de maior risco (e maior retorno).(Rentabilidades 12 meses) CDI de +3,24% e Ibovespa de –11,85%

***APENAS PARA CLIENTES****

VEJA AS RECOMENDAÇÕES de AÇÕES EM NOVEMBRO :

·         ***APENAS PARA  CLIENTES****

 

FUNDOS IMOBILIÁRIOS

O segmento de recebíveis possui grande atratividade por possuir alto rendimento e baixo risco de perda de patrimônio. Adicionalmente, os fundos imobiliários do segmento tendem a ser ótimas alternativas para diversificação e mitigação de risco, principalmente em períodos de alta volatilidade do mercado.

Os fundos de recebíveis terão impactos limitados em decorrência da crise do coronavírus devido seu portfólio diversificado de títulos de renda fixa (principalmente CRIs) tanto em número títulos como em setores da economia

Os fundos desse segmento são ótimas alternativas para diversificação e mitigação de risco em momentos de alta volatilidade do mercado como o período da crise do coronavírus devido sua alta previsibilidade de rendimentos e baixa volatilidade comparado aos outros fundos imobiliários.

***RECOMENDAÇÕES DE FIIs APENAS PARA  CLIENTES****

CARTEIRA DE FII RECOMENDADA (PESOS IGUAIS)

 

Cordial Abraço,

Tendo alguma dúvida, é só  nos falar

 Nossos Whatsapps: +55 11 2386 4080 e +55 21 2524 7788

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Onde Investir em Novembro com Lemos, Flávio Lemos.
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O ano de 2020 não está fácil para ninguém e nem mesmo 007, Bond,  James Bond resistiu.
Flávio Lemos
Trader Brasil
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