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“É mais fácil enganar as pessoas do que convencê-las de que foram enganadas.” – Mark Twain

Onde Investir em Outubro 2024: O café da manhã é a refeição mais importante do dia?

Prezado leitor,

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Existem algumas mentiras e propagandas que nos foram vendidas e assumimos como verdadeiro, sem investigá-las mais a fundo.

Mito: O café da manhã é a refeição mais importante do dia.

Fato: Não existe uma refeição “mais importante” do dia — tudo se resume à quantidade e à qualidade das calorias consumidas ao longo do dia, e não ao horário em que são consumidas.

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Alguns não conseguem viver sem ele; outros preferem dormir até mais tarde. Desfaça os mitos e verdades que cercam a primeira refeição do dia.

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A maioria de nós cresceu ouvindo que o café da manhã é a refeição mais importante do dia. Mas é realmente tão crucial começar o dia com uma refeição completa? Pessoas que dormem tarde têm justificativa para escolher alguns zzz’s extras em vez de um estômago cheio? O que é fato e o que é ficção?

Uma pesquisa feita pela Universidade de Monash na Austrália, descobriu que quem comia de manhã costumava ingerir 260 calorias extras por dia e ganhava, em média, 0,44 quilo . E sabe aquele papo de que colocar algo no estômago logo cedo aceleraria o metabolismo? Não encontraram vestígios disso.

A nutricionista Pamela Vitória Salerno, colaboradora da Associação Brasileira de Nutrição, concorda: “Se não há apetite nesse momento e as demais refeições são equilibradas, não faz sentido forçar o  café da manhã”.

A afirmação de que o café da manhã é a refeição mais importante foi uma tática de marketing enganosa de Edward Bernays, criada nos anos de 1920 , para aumentar as vendas de produtos de carne, como bacon e salsichas. – Este slogan enganoso contribuiu para a alimentação excessiva e o aumento das taxas de obesidade sob o disfarce de necessidade nutricional. A realidade é que a importância do café da manhã é exagerada; uma alimentação equilibrada ao longo do dia é muito mais crucial para a saúde.

Assim como voce escutou essa frase desde que nasceu, voce deve ter escutado para evitar o risco em seus investimentos.

Em seu recente Podcast Trader Talks Professor Flávio Lemos foi entrevistado e disse: “O risco é a possibilidade de acontecer qualquer coisa, mas só vai acontecer uma”.

A máxima “quem não arrisca, não petisca” está ligada a um princípio básico: ninguém optaria por aplicações de maior risco se não fosse para ter maiores retornos.

Os riscos são inevitáveis no mercado e existe uma arte de gerenciar as suas possibilidades. Não é questão de temer o risco, mas focar  em simular cenários como: “E se isso acontecer?”. Assim, você se prepara adequadamente para qualquer acontecimento.

No episódio mais recente do Trader Talks, Flavio Lemos, um dos nomes mais respeitados no mercado financeiro brasileiro, se junta a Lucas Costa e Lucas Claro para uma conversa envolvente e cheia de insights. Flavio Lemos, conhecido por sua vasta experiência e por ser autor de best-sellers sobre análise técnica, compartilha sua trajetória e as lições aprendidas ao longo de sua carreira.

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Durante o podcast, Lemos discute seu novo livro, “Guia prático para quem tem pressa em investir: Mercado de ações”. Este livro é uma leitura essencial para quem deseja entender melhor o mercado de ações e aprender a investir de forma eficiente e segura. Lemos aborda desde os conceitos básicos até estratégias avançadas, sempre com uma linguagem acessível e prática1.

O episódio é uma verdadeira aula para investidores de todos os níveis, oferecendo dicas valiosas e estratégias comprovadas. A combinação da expertise de Flavio Lemos com a habilidade dos apresentadores em conduzir a conversa torna este podcast imperdível para quem quer se aprofundar no mundo dos investimentos.

Se você está buscando conhecimento prático e aplicável para melhorar seus investimentos, este episódio do Trader Talks é altamente recomendado. Não perca a oportunidade de aprender com um dos maiores especialistas do mercado financeiro brasileiro.

Setembro foi um mês difícil para ganhar dinheiro com investimentos

O alívio que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) promoveu nos juros americanos prepara prepara o mercado de capitais para uma injeção de liquidez. Assim, investidores ficam mais inclinados a tomar risco, na busca de mais retornos mundo afora. Mas, ao mesmo tempo, com guerras na Europa e no Oriente Médio e as incertezas sobre as políticas monetárias (ritmo, magnitude dos cortes, risco de recessão nos EUA), existe uma corrida paralela por reservas de valores. As melhores rentabilidades por enquanto neste ano de 2024 foram o Bitcoin e o Ouro.

As margens de retornos estiveram apertadas e nenhuma classe de ativo teve entregas consistentes ao longo deste mês. Mas era para ter sido diferente. Com o início do ansiado ciclo de cortes de juros nos Estados Unidos, os ativos mais voláteis deveriam, num modo geral, ter deslanchado.

Com o recuo das taxas nos EUA, o dinheiro dos investidores estrangeiros voltou. A renda fixa lá fora já não estava mais tão atrativa quanto antes e todos queriam chegar primeiro na festa de ativos em promoção nos países emergentes.

Uma perspectiva global sólida, vs. alta da Selic no Brasil

Apesar de uma sazonalidade fraca, as ações globais subiram 2,3%, enquanto o S&P 500 subiu 2,0%, marcando novos recordes depois que o Fed deu início ao ciclo de corte de juros.

Já no final deste último mês, surgiu mais um aperitivo para abrir o apetite a risco: os estímulos à economia chinesa revigoraram o setor de commodities, principalmente as metálicas. Uma pedra no sapato do índice, a Vale, deixou de ser problema para ser uma força positiva no índice.

Ao final do mês, a China se tornou a grande história, depois que o governo decidiu aumentar consideravelmente sua política de estímulos. Como resultado, as ações chinesas entraram em um novo mercado em alta, e os setores expostos à China se recuperaram também, como as mineradoras globais. Apesar da perspectiva global sólida, as ações brasileiras não se beneficiaram muito, terminando praticamente de lado em dólares e caindo 3,1% em reais.

E o Brasil?

Neste trimestre também que houve mais ruídos internos em torno da política fiscal, fazendo com que o Brasil parecesse um ambiente mais arriscado para negócios aos olhos dos investidores. Essa percepção afugentou os investidores e interrompeu a recuperação do real ante o dólar.

Além da incerteza fiscal, outros fatores também demonstram alerta no cenário nacional. O mercado de trabalho aquecido e a bandeira tarifária de energia que aumentou, devido às queimadas, demonstram que a economia brasileira está super aquecida em contramão dos outros países, e que provavelmente teremos novo aumento da Selic na próxima reunião também.

O Copom anunciou um aumento de 0,25 p.p. na taxa Selic, adotando um comunicado mais duro após a reunião, que foi reiterado na ata. O mercado projeta que o Banco Central provavelmente irá acelerar o ritmo para 0,50 p.p. nas próximas reuniões, com um viés de alta para a previsão de Selic terminal de 12%.

Com a alta esperada, os ativos pós-fixados devem continuar a se beneficiar do nível da taxa básica de juros. Estes ativos têm se mostrado outra opção interessante diante da provável alta da Selic, além de trazer, naturalmente, uma volatilidade menor para a carteira.

E as rentabilidades dos ativos no ano?

Assim, o bitcoin ficou com o título de campeão em rentabilidade em setembro, com retorno de cerca de 8% em dólar e em torno de 5,3% em real no acumulado deste mês.

Na segunda posição aparece o Índice Composto SSE, um índice com as ações mais negociados na bolsa de Xangai (China), que teve retorno de 17,4% em setembro.

Os ativos chineses pegam impulso nos estímulos anunciados pelo governo central na última semana. O Partido Comunista da China reconheceu a necessidade de interferir no crescimento da economia, a fim de evitar a brusca desaceleração do mercado, especialmente o imobiliário, que concentra a poupança da sua população.

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