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Veja o estudo das oportunidades para outubro 2018.

Prezado leitor,

Aqui é o Flávio Lemos, sócio da Trader Brasil Investimentos, e autor de Análise Técnica dos Mercados Financeiros.

A atenção do mercado está completamente voltada para o cenário eleitoral no Brasil, com uma indefinição ainda grande e um resultado potencialmente binário para a bolsa.

Nesse contexto, sugerimos cautela. Após um mês de alta na bolsa, com o Ibovespa subindo +3,5%, bem capturado pelas nossas carteiras, os próximos dias devem ser marcados por elevada volatilidade, refletindo as pesquisas que serão divulgadas ao longo da semana.

Veja o Comparativo Fundos Multimercado de 29/12/2017 a 29/06/2018

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Desta lista, apenas o BOZANO QUANT +2,5% , DLM +5,02% , AZ QUEST LEGAN +4,98% , SPARTA DINÂMICO + 5,23% , VISIA ZARATHUSTRA +13,91% e o MURANO +18,5% tem carência menor que 7 dias.

Alguns fundos com carência grande, com mais de 7 dias, após 9 meses, simplesmente não entregaram uma rentabilidade condizente com seus pares de risco, perdendo até da Renda Fixa, tendo inclusive índice de Sharpe negativo.

Índice de Sharpe, criado por William Sharpe (Nobel de Economia em 1990), é um indicador que permite avaliar a relação entre o retorno e o risco de um investimento.

Quanto maior o índice de Sharpe, melhor o fundo é gerido e adicionalmente se o índice for negativo, mostra que o gestor perdeu para a renda fixa .

Fundos que perderam para a Renda Fixa:  BOZANO QUANT +2,5%  , RIO ARBITRAGEM +4,55% e do Verde Scena +2,2% neste período analisado, pois a renda fixa  Selic medida pela LFT rendeu +4,79% no mesmo período.

Alguns fundos na zona 2 cinza sombreada, tem relação retorno x risco não adequada em comparação a seus pares, todos fundos da mesma categoria multimercado.

MELHORES FUNDOS MULTIMERCADOS

Até 26 de setembro de 2018, destacamos a linha ótima de risco x retorno (pontilhada em  ROSA), os seguintes  fundos com retorno x risco adequados, EM ORDEM CRESCENTE DE RISCO E RENTABILIDADE DE 9 MESES .

  1. DLM Hedge Moderado +5,02%  (aplicação mínima R$3.000 e carência D+3),
  2. BAHIA MARAU +8,53% (aplicação mínima R$20.000 e carência D+31),
  3. Gávea Macro +11,78 % (aplicação mínima R$50.000 e carência D+30) e
  4. KAPITALLO KAPPA +12,22% (aplicação mínima R$10.000 e carência D+31),
  5. Pólo Norte I +18,07% (aplicação mínima R$5.000 e carência D+30).
  6. MURANO +18,5% (aplicação mínima R$15.000 e carência D+6).

BOLSA: COMO SE POSICIONAR DIANTE DOS DIFERENTES CENÁRIOS

Analisando o comportamento dos diferentes setores ao desfecho do cenário eleitoral, destacamos que:

(1) consumo e bancos devem ter uma performance melhor em um cenário Bolsonaro – Itaú, B2W e Localiza seriam nomes de destaque;

(2) Commodities e nomes do setor elétrico são mais defensivos, e deveriam reagir melhor a outro em uma eleição do Haddad – Vale, UNIPAR, Suzano e Engie seriam os destaques e

(3) Estatais como o Banco do Brasil e Petrobras, podem ter um risco retorno interessante, mas sugerimos evitá-los ou comprar proteção à medida que podem trazer muita volatilidade à luz das eleições.

(4) a BRF é uma história de transformação sob a nova gestão de Pedro Parente, e não deve ter tanta exposição à volatilidade das eleições. Portanto nos atrai nesse cenário de incerteza.

Quando compomos nossa carteira, buscamos um equilíbrio entre esses nomes, com âncoras que nos protegem da volatilidade, mas ainda buscando participar de uma eventual alta da bolsa.

Perspectivas dos Fundos Multimercados

Mesmo com a recuperação mais lenta do que o projetado no início do ano, as empresas continuam crescendo. O desemprego está em queda e os juros estão baixos, e isso é bom para a economia e para as empresas.

Não podemos perder o foco sobre as eleições de outubro, já em plena campanha, mas não esqueçamos também das contas públicas, em perigosa trajetória, embora mais preocupante no ano que vem.

Consideramos, contudo, que na transição de poder deste ano, se comparada a 2002, entre FHC e Lula, a cena econômica como um todo parece mais tranquila. A inflação é mais baixa, assim como o juro a 6,5% e o nível de reservas, bem mais confortável do que no citado ano. Lembremos que naquela época as reservas cambiais estavam em torno de R$ 35 bilhões, contra os US$ 382 bilhões atuais. Mas o que preocupa mesmo são as contas públicas.

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Análise Técnica dos Mercados Financeiros