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Número de mulheres investindo na Bolsa dobra em quase 5 anos Fonte: O Globo 26/agosto/2019

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Número de mulheres investindo na Bolsa dobra em quase 5 anos

Fonte: O Globo 26/agosto/2019

Cursos voltados só para elas ajudam a impulsionar participação feminina em renda variável

A quantidade de mulheres que investem em renda variável ainda é pequena, quando comparada com a dos homens, mas a presença feminina tem aumentado.

Em 2014, elas eram 137 mil, de acordo com dados da Bolsa brasileira, a B3. Em julho, já somavam 270 mil, praticamente o dobro em quase cinco anos (97%).

Embora o ritmo de crescimento de investidores homens seja maior (123% no período), elas vêm ganhando cada vez mais confiança para investir. Em parte devido ao surgimento de cursos de educação financeira voltados exclusivamente para elas.

A falta de informação é apontada como um dos principais obstáculos ao crescimento da participação feminina na Bolsa, ao lado da menor renda (17% inferior à dos homens) e do perfil mais cauteloso.

Somente no ano de 2019, a presença feminina cresceu mais de 50%. No fim de 2018, elas somavam 180 mil e agora são 270 mil.

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Advogada Mariana Paranhos com seu Home broker

Uma das que engrossaram as estatísticas foi a advogada Mariana Paranhos, ex aluna da Trader Brasil Escola de Finanças de 42 anos.

Depois de participar do Curso de Trader Completo a resolveu investir. Para Mariana, esse movimento é consequência do avanço da presença feminina no mercado de trabalho.

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Curso de Trader Completo

Assim que meu filho nasceu, fiz um curso sobre finanças e tomei coragem para investir. Desde então, mantenho o controle do orçamento para ter conforto e mais tempo na família. Hoje, as mulheres têm rendas que permitem não só poupar, mas investir também — destaca Mariana.

A superintendente de educação da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), Ana Leoni, explica que parte dessa menor participação se deve ao fato de os salários das mulheres serem mais baixos, mas também porque elas, muitas vezes, terceirizam a tomada de decisão sobre investimentos, mesmo quando provêm o sustento da casa:

— É um comportamento que leva a esses números. É um problema mundial, mas tende a diminuir à medida que a mulher ganha mais confiança em relação a esse assunto.

Para estimular esse público, Ana Leoni afirma que é importante apostar em conteúdos que mostrem à mulher que, ao ter independência financeira, ela terá mais liberdade de escolha — o que, inclusive, facilita a saída de um relacionamento abusivo.

— A independência financeira está mais ligada ao poder de escolher. Com independência, ela não ficará em uma relação por dependência financeira. Tem mulher que se separa e não tem ideia de qual era a renda familiar, nem tem reservas para lidar com isso — explica.

Falta de informação

Para Sandra Blanco, consultora de investimentos da Órama, o que ainda impede uma maior participação de mulheres no mundo das finanças é a falta de informação.

— A princípio, as mulheres têm um perfil mais cauteloso quando não têm informação suficiente sobre o tipo de investimento. No momento em que elas compreendem os conceitos, conseguem mudar o perfil de investimento de conservador para arrojado — explica a consultora.

Sandra afirma, ainda, que as mulheres possuem características que contribuem para que tenham uma carteira com investimentos em renda variável — que trazem maior risco do que a renda fixa —, como a visão a longo prazo e a cautela.

— O fato de a mulher ter responsabilidades como trabalho e família faz com que ela tenha cautela. Dessa forma, ela analisa detalhadamente antes de investir, além de ter uma visão de longo prazo maior do que a dos homens. Mulher não entra na Bolsa para jogar, ela faz logo investimentos mais acertados .

Na Trader Brasil Escola de Finanças este número de mulheres já aumentou.

Recentemente notamos um enorme aumento, proporcionalmente, no número de mulheres traders que começaram a operar na bolsa de valores e levam muito á sério seus investimentos.

E não, esta não é a dona de casa entediada que não tem nada a ver com seu tempo, uma vez que ela já deixou as crianças na escola.

As senhoras que estão envolvidas são geralmente mulheres de carreira que estão desenvolvendo uma paixão pela negociação e descartando a atitude do “Clube do Bolinha”.

Best seller já à venda Amazon.com.br  #analisetecnica #analisegrafica #technicalanalysis #technicalanalysis📊📈📉 #investimentos #traderbrasilO professor Flávio Lemos no seu livro “Análise Técnica dos Mercados Financeiros”,  diz para seus alunos e alunas que, normalmente, os melhores operadores são mulheres. Fácil de explicar: as mulheres, em geral, são mais organizadas, detalhistas e pacientes para executar o planejamento das operações.

Escrevemos este artigo que fala porque as mulheres tornam-se  as melhores traders. 

Ao contrário, os homens, até em função do hormônio testosterona, são muito mais competitivos, torcedores emocionais e irracionais em matérias de investimento.

Muitos, infelizmente, acham que o planejamento é uma perda de tempo.

As mulheres também trazem uma mentalidade diferente para o mercado de ações. Elas investem com um objetivo de longo prazo em mente, como poupar para educação escolar ou aposentadoria para crianças. Os homens, por outro lado, veem o mercado de ações em termos competitivos e tentam vencer o mercado.

Não é de admirar que algumas mulheres sejam boas traders.

Eu estava tendo essa discussão com minha esposa recentemente e perguntei-lhe se achava que as mulheres seriam melhores traders porque não tinham ego ou tinham mais cérebro. Ela olhou para mim e disse: “Mais cérebros”, e eu, como qualquer bom marido simplesmente disse: “Eu concordo totalmente”.

Até a próxima, espero que todos tenham uma excelente semana.

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Número de mulheres investindo na Bolsa dobra em quase 5 anos
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Cursos voltados só para elas ajudam a impulsionar participação feminina em renda variável A quantidade de mulheres que investem em renda variável ainda é pequena, quando comparada com a dos homens, mas a presença feminina tem aumentado.
Flávio Lemos
Trader Brasil
O Globo
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