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Fechamento no mundo

O dia foi bastante movimentado para os mercados europeus. O otimismo foi instaurado com os investidores reagindo à decisão do Fomc, que ontem à tarde anunciou que irá comprar US$ 600 bilhões em títulos do governo dos EUA nos próximos oito meses. Com isso, os mercados na Alemanha e no Reino Unido atingiram suas máximas em dois anos. Além disso, o Banco Central Europeu (BCE) e o Banco da Inglaterra mantiveram suas políticas monetárias inalteradas, dentro das estimativas do mercado.

Em NY, assim como na Europa, o pacote de estímulos econômicos divulgado ontem continuou a ditar o tom dos mercados nesta quinta-feira. Com um sentimento positivo, os investidores voltaram a procurar ativos com maior risco, impulsionando as bolsas ao redor do globo. Além disso, os bons desempenhos nos mercados de commodities contribuíram para as altas nos mercados.
Com isso, a safra de indicadores divulgados nos EUA, como os novos pedidos de auxílio-desemprego – que vieram abaixo das estimativas dos analistas – acabou ficando para segundo plano.

Fechamento no Brasil

Acompanhando o bom desempenho e o otimismo nos mercados internacionais, a Bovespa teve uma sessão positiva e encerrou o dia em alta de 1,52%, aos 72.995,69 pontos, com um bom volume e presença de investidores estrangeiros na ponta compradora.

 

Na onda dos ganhos das commodities no exterior, ações exportadoras de matérias-primas, foram alguns dos destaques positivos do dia.

 

Na esteira do pacote de estímulos divulgado nos EUA ontem (03), os contratos de metais básicos negociados na London Metal Exchange (LME) fecharam o dia em forte alta. Já o câmbio reagiu negativamente à notícia de uma enxurrada de dólares no mercado. Com isso, no fechamento o dólar à vista caiu 1,35%, para R$ 1,6760 no balcão e R$ 1,6773 na BM&F.