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— Termino com o sorriso de sempre, que está melhor agora. Agora mesmo é que ele vai de orelha à orelha, porque está sendo um divórcio amigável, com separação de bens (risos). Se não fosse o povo, nós não estaríamos aqui. Então, agradeço todo apoio. Eu costuma dizer que a grande estrela é o povo. Luiz Antônio Feliciano Neguinho da Beija-Flor Marcondes

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Onde investir em março 2025: Neguinho ainda está aqui.

 

Prezado leitor,

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Feliz ano novo, pois terminado o carnaval em março, enfim 2025 irá começar.

Em fevereiro de de 2023 falamos aqui no blog sobre a origem do Carnaval  

novo livro!

A despedida de Luiz Antônio Feliciano Neguinho da Beija-Flor Marcondes

Neguinho da Beija flor disse que não iria ser seu ultimo desfile , na segunda de carnaval, aos 75 anos e sim penultimo, pois ele iria voltar a cantar no sábado das Campeãs. Dito e feito. Ele encerra a carreira com chave de ouro.

Neguinho da Beija-Flor construiu sua carreira no mundo da música e do entretenimento, enquanto Trump ascendeu ao poder no mundo dos negócios e da política. Neguinho da Beija-Flor é conhecido por sua humildade e simplicidade, enquanto Trump é associado a um estilo de vida luxuoso e extravagante.

Neguinho da Beija-Flor construiu sua carreira em cima do samba, com letras que em sua maioria exaltam o amor, a alegria e a cultura. Trump, por outro lado, construiu sua carreira em cima do capitalismo, e de uma retórica mais agressiva.

 No entanto, ao analisarmos suas trajetórias, podemos encontrar alguns paralelos interessantes:

Neguinho da Beija-Flor: O Craque do Samba

  • Carisma e Popularidade: Neguinho da Beija-Flor é conhecido por seu carisma e habilidade de cativar o público. Sua voz potente e presença de palco o tornaram um dos maiores intérpretes de samba de todos os tempos.
  • Liderança e Influência: Como puxador da Beija-Flor, Neguinho exerceu uma liderança forte e influente, contribuindo em todos os 15 títulos da escola.
  • Habilidade de Improvisação: Neguinho era mestre na arte da improvisação, adaptando suas performances ao momento e interagindo com o público de forma única.

Donald Trump: O Magnata da Política

  • Carisma e Popularidade: Trump também possui um estilo carismático, que o ajudou a construir uma base de fãs leais. Sua retórica direta e personalidade forte o destacaram no cenário político.
  • Liderança e Influência: Trump exerceu uma liderança controversa, mas inegavelmente influente, durante seu mandato como presidente. Suas políticas e declarações geraram debates acalorados em todo o mundo.
  • Habilidade de Comunicação: Trump é um comunicador habilidoso, que utiliza as redes sociais e a mídia para transmitir suas mensagens de forma direta e impactante.

Neguinho da Beija-Flor e Donald Trump são figuras públicas com personalidades marcantes e habilidades de liderança distintas. Embora suas trajetórias sejam diferentes, ambos compartilham a capacidade de cativar o público e influenciar o cenário em que atuam.

Imagine, agora  o mundo como um palco, onde os países são os atores. A peça que estamos assistindo agora é sobre quem vai mandar no pedaço.

Os Estados Unidos: de volta ao papel de xerife ou apenas mais um ator?

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  • Durante muito tempo, os Estados Unidos foram como o xerife do mundo, impondo a “paz pela força”. Agora, não sabemos se eles vão voltar a esse papel ou se teremos um mundo com vários “chefes” locais.

Guerra na Ucrânia: um possível acordo à vista?

  • Parece que a guerra entre Rússia e Ucrânia pode estar chegando ao fim. Mas esse acordo pode ter um preço alto:
    • A Ucrânia pode perder parte do seu território para a Rússia.
    • A Ucrânia pode ter que pagar aos Estados Unidos com seus recursos naturais.
    • A Europa terá que arcar com a maior parte dos custos da reconstrução, enquanto a ajuda americana diminuirá.

Europa: defendendo a própria casa

  • Uma coisa é certa: a Europa terá que cuidar da sua própria defesa. Durante décadas, eles confiaram na OTAN e nos Estados Unidos para garantir a segurança. Agora, eles terão que investir mais em defesa, mas ninguém sabe como isso vai funcionar.

Estados Unidos: ainda de olho no tabuleiro global

  • Mesmo reduzindo sua presença na Europa, os Estados Unidos continuam de olho em outras partes do mundo. Eles estão pressionando o Irã para abandonar seu programa nuclear e até propuseram reconstruir a Faixa de Gaza.

China: uma relação de altos e baixos

  • A relação entre Estados Unidos e China é complicada. Trump, por exemplo, começou seu governo aumentando as tarifas sobre produtos chineses, mas não tão drasticamente quanto se esperava.

Em resumo:

  • O mundo está passando por mudanças importantes, com os Estados Unidos repensando seu papel e outros países ganhando mais poder.
  • A guerra na Ucrânia pode estar chegando ao fim, mas com consequências para a Europa.
  • A relação entre Estados Unidos e China continua sendo um ponto de atenção.

Lembre-se que o cenário geopolítico é muito complexo e está sempre mudando. É importante acompanhar as notícias e buscar informações de fontes confiáveis para entender o que está acontecendo.

E o Brasil ?

Os ativos de risco brasileiros apresentaram excelente performance nesse início de ano. Em parte, esse movimento se deu como parte de um rally de risco global nesse início de ano, com boa performance da maioria dos mercados globais.

Se por um lado, a queda de popularidade do presidente Lula permitiria a ascensão de uma possível agenda fiscalista no planalto, o que mereceria uma substancial revisão do preço dos ativos de risco no país.

Por outro lado,  estamos a vinte meses da eleição e continuaremos a viver uma conjuntura complexa: com alta taxas de juros, uma economia em desaceleração e possível recessão, propostas fiscais e parafiscais, como a isenção de cinco mil reais para o imposto de renda, e um cenário externo que pode novamente se tornar hostil a mercados emergentes caso tarifas e juros mais elevados na parte longa da curva se materializem.

O histórico de eleições no Brasil é que presidentes com uma base de popularidade abaixo de 30% apresentam dificuldade de se reeleger ou eleger seus sucessores. Em nosso país, o remédio comumente prescrito para baixa popularidade é a expansão dos gastos públicos…

E os investimentos no ano?

O ouro é um ativo de refúgio tradicional, o que significa que os investidores tendem a procurá-lo em tempos de incerteza econômica ou política.  O ouro tem sido um bom investimento contra a inflação, uma vez que investidores buscam ativos que preservem valor quando o custo de vida aumentaE com a aceleração da alta dos preços voltando a ser uma preocupação mais latente nos Estados Unidos, mais gente foi em busca do que ele tem a oferecer. Neste ano o outro já sobe 3,2% ganhando do CDI 2,0%

O IMA-B 5, de títulos do Tesouro atrelados à inflação de até cinco anos, subiu 0,65% no mês e 2,55% no ano. O IRF-M, de papéis prefixados, teve ganhos de 0,61% e 3,20% nesses mesmos intervalos. Já estão além do acumulado da Selic e do CDI até aqui, em 2,01%, e também acima do IPCA estimado para o período, em 1,53%. Em 2024, nenhum deles superou o juro de referência da economia.

O dólar subiu 1,35% em fevereiro, mas já acumula uma queda de quase 4,26% no ano. A diversificação para ativos internacionais compõe as recomendações adiante, a fim de preservar o poder de compra também em moeda forte. Ma lá fora também pode balançar.

Já na renda variável, o bom humor teve duração curta depois de um janeiro de fortes ganhos, que ainda deixou gordura para a classe. Mas já serviu para alguns profissionais de investimentos moderarem o viés pessimista com ações por causa do ciclo de alta de juros.Se o fluxo de capital estrangeiro seguir dando as caras no secundário da B3, haveria combustível para puxar os preços para cima.

Investimentos em 2025

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